6 de mar. de 2014

Oração da escrava e da submissa


Dá-me à força, para responder às perguntas insondáveis.
Dá-me o entendimento, para saber do que Ele precisa.
Dá-me a mansidão para reter às más respostas.
Dá-me à serenidade para O servir em paz.
Dá-me o amor para me mostrar inteira a Ele.
Dá-me a ternura para O consolar.
Dá-me à luz para nos mostrar o caminho.
Dá-me à sabedoria para ser para Ele uma riqueza.

Seja eu capaz de Lhe mostrar, em cada dia, 
pela minha servidão, o meu amor.
Seja eu capaz de me abrir para Lhe pertencer completamente.
Sejam os meus olhos capazes de Lhe mostrar 
em cada dia o amor que ponho em servi-Lo.
Sejam os meus olhos capazes de Lhe exprimir 
o mesmo respeito sentada ao Seu lado ou prosternada aos seus pés.
Seja eu capaz de ser mulher e aceitar graciosamente o meu castigo.
Seja eu capaz de aprender a ir além de mim para Lhe agradar.

Concede-me o poder de me dar toda a Ele.
Dá-me à força para criar o Seu prazer e o meu.
Seja-me permitido que eu ame a mim mesma, amando-O.
Dá-me a paz de O servir.
Porque o meu desejo mais profundo, 
porque o meu desejo mais alto é completar a vida Dele, 
como Ele completa a minha.
Autor desconhecido

5 de abr. de 2013

"Muito simples" ou "Submissa e obediente"


“Escrava… você agora está entrando no meu mundo.
Enquanto estiver aqui você vai se lembrar de apenas duas regras simples: ser submissa e obediente.

Você vai ser completamente subserviente em todos os momentos.
Você será obediente e vai saltar quando eu estalar os dedos… submissa e obediente.

MUITO SIMPLES

Seus sentimentos e desejos são irrelevantes para mim.
Você está aqui para o meu prazer.
Meu brinquedinho, minha escrava, minha puta.
Para te usar e abusar, como eu quiser.
Lembre-se: submissa e obediente…
Sempre, submissa e obediente.

Não há esconderijos aqui escrava, sem palavras de segurança.
Você é minha propriedade, é minha para eu te usar como eu entender.
Você vai confiar que eu conheço as suas limitações.
Vou empurrá-la, moldar você.
Você vai aprender a servir.
Para obedecer, para deixar-se para trás e tornar-se um novo ser.
Vou levá-la, levá-la o mais longe que você imagina.
Você vai sofrer por mim, ficará vermelha para mim, vai trabalhar para mim.
Você irá me colocar antes de tudo.

Você será punida, mesmo quando você se arrepender ou pedir por misericórdia.
Você sofrerá um pouco cada vez que você me ofender.
Eu não faço ameaças vazias.
Desobedecer as minhas regras ou desagradar-me: você será punida.
Prepare-se para sofrer por seus pecados.
Este é o caminho que vai trilhar.

Muitos meios serão utilizados para moldar você em minha escrava perfeita.
Vou conhecer todos os seus pontos fracos, você não vai escondê-los de mim.
Eu sei o que você odeia, eu sei como realmente torná-la inteligente.
Devo treinar e moldar você com dor ou humilhação ou tirar seus privilégios.

Você vai aceitar.
Você irá aceitar minha vontade.
Você será treinada.
Você vai ser controlada completamente.

Você é minha propriedade e, portanto, não me beneficiar irá prejudicar você ou machucá-la intencionalmente.
Você é minha agora, eu cuido de todas as suas necessidades e do seu bem-estar.
Uma escrava de propriedade valiosa e será tratada como tal.
Uma escrava danificada não pode servir de forma eficaz.
Eu disse, se concentre em ser submissa na atitude e obediente na natureza e não se preocupe com qualquer outra coisa.

Vou assistir enquanto você sofre.
Eu quero ver a sua devoção.
Sofrer por mim e em sua dor se lembrar de mim.
E no meu rosto o sorriso que lentamente surge ao ver você se contorcer no suor do sofrimento.
Agonia em seu rosto, meu extase
Eu adoraria ter você aos meus pés nua, rastejando e me adorando
É quando me sinto poderoso.
Olho para você rastejando aos meus pés, lambendo e beijando os meus sapatos ou botas.
Você não é nada e eu sou tudo.
Eu vou te arrastar para o fundo da minha jaula.

Obedecendo os meus caprichos.

Você pode ser honrada em se tornar uma escrava e permanentemente encoleirada.
Você terá um novo nome.
Você vai usar minha marca em algum lugar em seu corpo.
Você vai fazer para mim qualquer coisa que eu escolher.

Saber que posso fazer qualquer coisa que eu desejo em você
Você é minha.
Eu sou agora seu criador.
Você vai me adorar e me adorar.
Você vai viver só para mim e através de mim.
Vou dar-lhe o alimento que você precisa.
Vou tomar posse do seu corpo, da sua mente e então de sua alma.

Você pertence a mim.
Você pertence a mim.
Você pertence a mim."
 Texto retirado da net e traduzido.

6 de fev. de 2013

O verdadeiro significado de Mestre


Um homem que apresenta sensibilidade 
será um Mestre que é sensível a você.

Um homem que mostra humildade 
será um Mestre que vai mostrar o seu respeito.

Um homem que não tem medo de chorar 
vai ser um Mestre que entende suas lágrimas.

Um homem que é calmo 
será um Mestre que vai ouvir o sussurro mais silencioso.

Um homem que conhece o medo 
será um Mestre que não a deixará enfrentar o seu sozinha.

Um homem que ouve criança 
será um Mestre que vai sempre trabalhar para entender tuas palavras.

Um homem que pode ficar sozinho 
será um Mestre que não vai esmagá-la sob Seu peso ou orgulho.

Um homem que se controla com facilidade 
será um Mestre com a capacidade de te controlar da mesma forma.

Um homem que não tem que provar seu ponto 
será um Mestre com muitos pontos que valem a pena compartilhar.

Um homem que nunca faz exigências 
será um Mestre que apreciará tudo que você dá.

Um homem que não correr atrás de você 
será um Mestre do qual você nunca vai precisar fugir.

Um homem que é calmo 
será um Mestre que pode resistir às tuas tempestades.

Um homem que não grita 
será um Mestre que nunca vai ensurdecer você.

Um homem que conhece a si mesmo 
será um Mestre que vai ter tempo para conhecê-la.

Um homem com uma mente aberta 
será um Mestre que nunca pára de aprender.

Um homem que nunca pára de aprender 
será um Mestre que não pára de crescer.

Um homem que tem vista para suas falhas 
será um Mestre que vai perdoar as tuas e assim vocês podem compartilhar as almas.

Um homem que sempre procura ser o melhor que pode ser para você é o único homem verdadeiramente digno de ser chamado de Mestre.

Um homem que inspira você a ser sempre o melhor que você pode ser é o único Mestre que você deve querer ou precisar.

"Os sábios são cheios de dúvidas, 
enquanto os tolos são cheios de certezas."

Texto retirado da Net e traduzido 

10 de out. de 2012

O Barba Azul


Era uma vez um rico cavalheiro que adquiriu muitas propriedades espalhadas ao longo de vários reinos. Ele viajava muito de um lugar para outro, jamais permanecendo por muito tempo num local, para que ninguém soubesse exatamente onde residia nem o que fazia ou com quem. Por isso havia muita curiosidade e especulação sobre ele.

Essas circunstâncias eram agravadas por seu aspecto, que parecia confirmar sua aparente excentricidade, pois ele era tão desafortunado que possuía uma barba azul. Seu misterioso estilo de vida, aliado à sua aparência peculiar, depunha contra ele de modo provavelmente injusto e o reputava como dono de um caráter duvidoso. Seu sobrenome foi esquecido e ele era conhecido simplesmente como Barba Azul.

A misteriosa vida de Barba Azul era assunto habitual das conversas entre vizinhos de suas inúmeras mansões, castelos e propriedades, e, como as histórias contadas sobre ele, sua reputação se tornava mais e mais escandalosa. De fato, acreditava-se firmemente que Barba Azul possuía tantas propriedades exclusivamente para abrigar inúmeras esposas. Mas, como elas não apareciam, ficava estabelecido que tinham sofrido alguma tragédia. Ninguém sabia dizer ao certo quem eram as mulheres. No entanto, as damas se retraíam de medo sempre que Barba Azul se aproximava.

Acontece que uma das vizinhas de Barba Azul era uma viúva com duas filhas adultas. Ao visitar sua propriedade naquela região, Barba Azul notou as filhas e, logo depois, revelou à viúva seu desejo de se casar com uma delas, deixando que as próprias moças escolhessem com quem seria. Porém, diante da oferta de Barba Azul, as filhas da viúva o passaram repetidamente uma à outra, já que nenhuma das duas gostava da idéia de ter um marido de aspecto tão medonho e passado tão duvidoso. Assim, elas o recusaram seguidamente, até que Barba Azul, no empenho de ganhar a afeição de uma ou de outra, as convidou para um de seus castelos distantes. Elas logo aceitaram, pois estavam curiosas por saber como vivia Barba Azul e averiguar se eram verdadeiros os boatos sobre sua fortuna extraordinária e suas excentricidades.

Então a viúva e suas duas filhas, junto com um grupo de amigos íntimos, foram se hospedar no castelo de Barba Azul. Todos permaneceram como convidados um mês inteiro, período que transcorreu com inúmeras festas, belos jantares e outros tipos de divertimento que ninguém queria que acabasse, muito menos as filhas da viúva. Aliás, a visita correu tão bem que a irmã mais velha começou a achar que Barba Azul já não era tão temível de ser olhado, e até sua barba já não parecia tão azul.

30 de mar. de 2012

A mitologia Goreana explica a escravidão da mulher

A Mitologia Goreana oferece um conto de origem interessante para o estabelecimento da escravidão das mulheres.


Diz-se que muito tempo atrás, havia uma grande guerra entre os homens e mulheres de Gor. Os homens finalmente prevaleceram nesta batalha épica, conquistando as mulheres. 

Mas, os Priest-Kings, estavam preocupados com o destino final destas mulheres, e com medo que os homens simplesmente matassem a todas. Para evitar este terrível destino, os Priest-Kings usaram seus poderes para transformar fisicamente todas as mulheres, tornando-as bonitas para que fossem desejáveis para os homens. Isto foi eficaz, e assim os homens, optaram por não exterminar as mulheres sedutoras e tentadoras. 

Mas este adiamento de sua sentença de morte não veio sem um preço. Como seu próprio castigo, os Priest-Kings também decretaram que as mulheres seriam para sempre escravas de homens.

28 de mar. de 2012

A Beleza e completa obediência são fundamentais a uma kajira

Há uma diferença muito grande entre uma kajira e um escrava. A kajira serve seu Mestre com orgulho, sua submissão vem de dentro de sua alma, e também de seu coração. A verdadeira kajira ajoelha-se em frente do seu Mestre e entrega não só o seu corpo, mas sua mente, seu coração e sua alma. Ela pertence a ele completamente, totalmente e incondicionalmente. Isso vai além da confiança. Uma kajira deve ter integridade, lealdade e honestidade. Pois, sem esses valores, ela não tem nada. Mas com eles, ela tem tudo. Ela deve sempre se esforçar para agradar ao máximo o seu Mestre, porque a palavra dele é lei. Ele vai protegê-la, cuida-la, e guiá-la. Ele também vai puni-la, mas não com ódio ou crueldade, mas com amor e carinho para torna-la forte e especial. A kajira é uma propriedade valorizada, porque em todo o seu coração, ela só quer trazer prazer ao seu Mestre. Ela faz isso com a beleza do seu serve, com seu orgulho em usar sua coleira, e ela trabalha continuamente de todas as maneiras possiveis para agradar e ser agradável ao seu Mestre. A kajira nunca deve desonrar ou trazer desonra ao seu Mestre e a sua casa. A kajira é diferente de uma escrava, qualquer uma pode ser uma escrava, mas apenas algumas são verdadeiras kajiras. É por isso que elas são especiais.

"Uma escrava é como um troféu, ou um diamante a ser lapidado. 
Um Mestre Goreano irá sempre exibir uma kajira
bem treinada e educada a todos, sem ciúmes ou receio. 
Ninguém guarda um troféu dentro de uma caixa em um armário,
ele provavelmente ficará em uma estante no alto para que todos vejam."

28 de jan. de 2012

A condição de escravidão

"O que você é?" 
"Eu sou uma escrava." 
"O que é uma escrava?" 
"A menina que é possuída." 
"Por que você usa uma marca?" 
"Para mostrar que eu sou propriedade." 
"Por que você usa um colar? " 
"Para que os homens possam saber a quem pertenço" 
"O que uma escrava quer mais do que qualquer coisa?" 
"Agradar os homens." 
"Quem é você?" 
"Eu sou uma escrava." 
"O que você quer mais do que qualquer coisa "? 
"Agradar os homens." 
(Assassino de Gor  - Pág.197)

2 de jul. de 2011

A descoberta de adira

Precisei chegar aos 44 anos para me encarar no espelho. Precisei respirar fundo para escrutinar o que aquele olhar do meu reflexo queria dizer-me, perceber quem estava aprisionada naquele olhar. Precisei abrir meus ouvidos às vozes interiores rigorosamente reprimidas e escutá-las cantar suas canções, antes tidas por profanas. Precisei, não sem dor nem receios, esfoliar as grossas camadas de preconceitos e ignorância em que fui, durante toda a minha vida, envolvendo e escondendo a minha essência de mim mesma. Precisei abortar aquele projeto de mim para permitir gerar a kajira que existia dentro de minha alma.

Não tinha consciência plena do que eu era, não cogitava sequer o que me era agradável ou não. Teorias, particularmente, pouco me dizem. Porém, nas minhas buscas algo verdadeiramente me tirou de minha esfera de sombra e trouxe à luz todos meus ensejos: a filosofia de John Norman (o mundo de Gor está, de certa maneira, em plena ressonância com minha espiritualidade. Mas este é um assunto para outra ocasião, pois pode parecer estranho que essa minha jornada seja uma jornada gnóstica). Assim, este embrião foi-se moldando na filosofia Goreana, que veio de encontro a tudo que eu sentia e acreditava. Foi uma identificação profunda, apesar de ainda ser pouco versada neste Universo.

Ato seguinte procurei vivenciar essa minha “nova” realidade. Fui à busca de um DONO. E foi numa tarde que nao prometia nada de especial, numa sala de bate-papo de imagens do UOL, ELE me encontrou. Respondi SUA abordagem, justamente por seu nick vir acompanho das “letrinhas mágicas”: Gor! Começamos a conversar e logo demonstrei meu interesse na filosofia Goreana. Marcamos para o dia seguinte nosso encontro na praça de alimentação de um Shopping.  Muitos podem achar inconseqüência de minha parte, afinal há inúmeros artigos e discussões sobre segurança. Apoio e defendo toda e qualquer medida nesse sentido e não recomendo a ninguém seguir os passos que dei. Porém, sentia-me pronta a assumir qualquer risco. Além do que costumo me guiar por minha intuição e só acredito naqueles em que posso olhar no fundo dos olhos, cara a cara.

“Escolho os meus amigos pela cara lavada e pela alma exposta.” – Oscar Wilde.

Fui ao encontro dELE, desprovida de toda e qualquer expectativa, sem projetar ou idealizar absolutamente nada. Apenas coloquei-me disponível a tudo de novo que estava por vir. Deletei de minha cabeça tudo o que havia pré-concebido, pois bem sei que há um abismo imenso entre o ideal e o real. Lá chegando deparei-me com o Homem de aura magnética, com um olhar que enquanto ia me perscrutando, ia também me tranqüilizando. O timbre de SUA voz era seguro e claro demais para que fosse a voz de quem pretendesse dissimular algo. SEUS gestos eram de quem acolhia e compreendia. Percebi então que ali, naquele momento, que era iniciado o “trabalho de parto”.

A conversa foi franca, direta, sem rodeios. ELE ia me perguntando e eu ia sempre respondendo o mesmo:
MHoG – “Gostas de apanhar?”
eu - “Não sei, nunca experimentei!”
MHoG – “Se vê sendo usada, encoleirada?”
eu -  “Não sei, nunca experimentei!”
MHoG – (Pensou por uns instantes, olhou-me firme e disse) “Vamos?”
eu – “Vamos.”
MHoG – “Então, vamos!”

Entrei no SEU carro e ELE ia me explicando, com muita naturalidade, o que ELE esperava de uma escrava, uma kajira, como ELE agia, falou-me das palavras de segurança que costuma usar, enfim... soube criar toda uma atmosfera agradável e fui cada vez mais me sentindo ansiosa para que começasse o meu “teste”. Não somente ELE iria me testar, mas eu também iria confirmar se meus desejos eram condizentes com a prática ou não.

Chegamos a um Drive-in. O lugar era realmente desalentador, e percebi que ELE me olhava, atento às minhas reações. A todo o momento ELE perguntava como eu estava me sentindo, o que eu estava pensando. Sempre demonstrando zelo e respeito. Na realidade aquele lugar mexeu comigo de uma maneira inusitada. Certamente o projeto de mim que abortei espernearia, negaria. Mas naquele momento não importava o lugar, importava apenas estar totalmente disposta ao que viesse.

Ficamos ao lado do carro, na penumbra. Eu ali parada, já começando a me sentir ofegante, sem saber o que fazer. ELE fechou a cortina da garagem e veio em minha direção. Aqueles poucos segundos pareciam uma eternidade e tive a sensação de que o mundo em volta poderia escutar meus batimentos cardíacos! ELE tirou minha blusa e deixou-me seminua. Virou-me contra a parede, ali mesmo, afastou minhas pernas e braços como se eu estivesse num “X”. Então, veio por trás, ergueu minha saia e perguntou:
- “Tudo bem?”
Respondi que sim. Senti um pouco de medo, senti um pouco de orgulho de mim mesma. Senti que finalmente eu dera meu primeiro passo em direção à minha satisfação. Fechei meus olhos, abri meus sentidos.

Veio a primeira cintada. Coloquei-me em estado de atenção para analisar minhas reações e sensações. É... foi branda, gostei! Ele aumentava a intensidade e assim aumentava minha excitação. Não me movia, não emitia um único som. A sonoridade das cintadas chegava aos meus ouvidos como música, que só foi interrompida pela voz grave dELE perguntando se eu estava bem, se queria parar.
- “Não pare!”. Foi tudo quanto consegui responder.
Estava extasiada, sentia vibrar todas as minhas células. Sentia-me viva, plena, radiante! Começava a descobrir uma infinidade de sensações novas e abria-se uma infinidade de possibilidades que me faziam querer mais e mais. Entre as cintadas senti SUA mão me acariciar. Ah, momento sublime! Ali minhas pernas bambearam, senti um prazer tão intenso que parecia que iria desfalecer.

De repente, ELE abriu a cortina da garagem, que dava para o pátio do Drive–in, deixando-me exposta a quem passasse. Meu coração disparou com essa possibilidade. Eu desejei mais que nunca que alguém passasse por ali, queria que me vissem, queria que o mundo inteiro testemunhasse meu prazer e desejasse estar no meu lugar.
MHoG – "Tendes à exibicionista".

Descoberta, então, uma das minhas primeiras “qualidades”. Minha cabeça ficou confusa, justo eu que sempre andei pelas sombras, fazia questão de não chamar a atenção alheia sobre mim? Anos e anos trabalhando a discrição, o que me fez mudar agora? Não, não era a hora dos porquês, não estava disposta a racionalizar nada, apenas sentir. E senti-me abrasar quando assim exposta.


A esta altura eu já estava totalmente nua. ELE mandou que eu LHE acompanhasse até a cama, de quatro, como um animal. Não pensei, segui-O. ELE sentou-se na cama e ordenou que eu me mantivesse naquela posição, e descansou seus pés em mim. Eu fervilhava em emoções diversas: eu, mesa? Sim! Aquela era a minha hora da verdade, aquela era a ponte que se estendia entre minhas fantasias e desejos e a realidade vivenciada. Não me atentei ao incômodo da posição (não me incomodava), não percebi o peso em minhas costas (não pesava), somente me permiti ficar ali, imóvel. Uma música veio em minha cabeça e a cantarolava experimentando todo o sentido daquele momento (LAM–Pure http://www.youtube.com/watch?v=1pEc8W6dfH0). Ali, despedi-me definitivamente do projeto de mim. Em seguida, ordenou que tirasse seus sapatos e beijasse SEUS pés. Surtei. Pus-me a beijá-LOS ininterruptamente, permitindo vir à tona um sentimento de devoção, de subserviência e de um tipo de alegria nunca antes experimentada. ELE afagou-me os cabelos e disse:.
MHoG – "Tendes à submissa".

Então, levou-me para a cama e ali me fez experimentar outras dores, outras carícias. A cada tapa, a cada toque, eu me deixava levar, já sentia que não estava mais em mim, flutuava, gemia, gozava...
MHoG – "Tendes à masoquista".

Sorri. Absorvi esta não tão novidade como uma sentença de alforria. Minha vida, meu mundo, agora fazia todo sentido. Respirei aliviada, leve. Agora estava na beira da estrada, pronta a trilhar este caminho, com todas as belas paisagens, com todas as pedras, com todos os prazeres e dificuldades que fazem parte de qualquer jornada, ciente de que dali não haveria mais volta. Mas... voltar para que? Para onde? Nenhum feto retorna ao útero que lhe expeliu, pois sabe que ali não cabe mais  

8 de jun. de 2011

John Norman e seus livros do mundo de Gor

John Normam nasceu John Frederick Lange Junior em Chicago, Illinois em 1931
Hoje, casado, três filhos e lecionando filosofia em uma universidade nos Estados Unidos.
No final dos anos sessenta, usando o pseudônimo, escreveu o primeiro livro da série ambientada no universo GOR, conhecidos também como as crônicas da contra-terra.



Os livros são considerados obras de ficção científica, sua narrativa carrega em si uma filosofia que valoriza a natureza e sugere que homens e mulheres possuem diferenças, não apenas biológicas, mas que definem que a liderança é natural ao homem, assim como a submissão é natural da mulher.
A série conta hoje com 29 livros publicados.
·         Tarnsman of Gor (1967)
·         Outlaw of Gor (1967)
·         Priest-Kings of Gor (1968)
·         Nomads of Gor (1969)
·         Assassin of Gor (1970)
·         Raiders of Gor (1971)
·         Captive of Gor (1972)
·         Hunters of Gor (1974)
·         Marauders of Gor (1975)
·         Tribesmen of Gor (1976)
·         Slave Girl of Gor (1977)
·         Beasts of Gor (1978)
·         Explorers of Gor (1979)
·         Fighting Slave of Gor (1981)
·         Rogue of Gor (1981)
·         Guardsman of Gor (1981)
·         Savages of Gor (1982)
·         Blood Brothers of Gor (1982)
·         Kajira of Gor (1983)
·         Players of Gor (1984)
·         Mercenaries of Gor (1985)
·         Dancer of Gor (1986)
·         Renegades of Gor (1986)
·         Vagabonds of Gor (1987)
·         Magicians of Gor (1988)
·         Witness of Gor (2001)
·         Prize of Gor (2008)
·         Kur of Gor (2009)
·         Swordsmen of Gor (2010)

Além dessa serie de livros, John Norman também publicou três livros de outra série, chamada "The Telnarian Histories":
·         Time Slave (1975) e
·         Ghost Dance (1979).
·         The Chieftain (1991)
·         The Captain (1992)
·         The King (1993)

Em 1974 também foi escrito um livro intitulado “Imaginative Sex”, que também é regido pelas regras da dominação masculina e submissão feminina, porém não se trata de uma obra de ficção.

John Norman adquiriu fama, e pela sua escolha temática foi bastante criticado.

Fazendo uma análise da qualidade literária e filosófica dos livros de John Norman, diria que a filosofia supera em muito a literatura.
O que apaixona e também tem muita aprovação (existem grupos Goreanos espalhados pelo mundo todo) são as idéias por trás dos 29 livros.

O Texto acima foi escrito pela tavi e esta no http://gorbrasil.com.br/john-norman

19 de mai. de 2011

Eis que surge a kajira Adira ...

Adira é uma mulher adorável que vive na região do fuso-horário central, então nem sempre nossos horários combinam. Ela é a primeira garota da minha pequena seqüência de duas e ela abrigou minha outra garota, Kira, sob suas asas para ensiná-la não somente sobre Gor, mas muito do que significa ser uma submissa. Sua paciência e compreensão são imensas e verdadeiramente necessárias, às vezes. E muito bem vindas. Então, eis aqui a história de Adira.

"Meu Mestre pediu-me para escrever sobre por que eu escolhi ser uma escrava no Gor Second Life e por que eu ajoelhava a seus pés.. Esta é uma questão complicada para mim e uma das quais eu venho pensando muito ultimamente. Esperei até o último minuto para responder. Ele questionou por que eu não tinha ainda a certeza de como responder. Ser uma escrava é uma escolha pessoal. Desde minhas memórias mais remotas, eu tinha fantasias sexuais que envolviam meu ser numa posição submissa; tendo de me submeter à vontade de outrem. Eu explorei muito este aspecto tanto na vida real quanto online. Agora, minha forma primária de expressar minhas tendências submissas é no Second Life. Às vezes eu tenho a oportunidade de fazer na vida real e aproveito muito essas ocasiões, mas no Second Life é muito mais fácil para mim e há uma gratificação imediata. Assim que faço o login, eu sei o meu lugar. Minha identificação mostra isso. Minha coleira mostra isso. Minha roupa mostra o corpo do meu avatar. É óbvio para qualquer um que vê que ela é uma escrava. Isso não se consegue tão facilmente na vida real. Existem muitos fatores envolvidos na vida real que não estão envolvidos no Second Life. Eu posso fazer coisas no Second Life que eu nunca faria em na vida real que nunca faria por uma série de razões. O Second Life me permite ir além do que eu iria na vida real. Isso é um grande atrativo para mim. Mas o que eu quero especificamente, e porque eu escolhi ser uma escrava no Second Life é porque preenche algo em mim. Ao mesmo tempo em que eu não concordo com todos os princípios do Gor, eu concordo com a maioria deles. Eu acredito em Honra. Eu acredito em Lealdade.. Eu acredito que as pessoas deveriam viver por um código de ética. Essas coisas eu consigo no Gor Second Life. Claramente existem pessoas que não compreendem. Por isso eu demorei tanto tempo para achar um Dono que eu quisesse que me possuísse. Eu não queria qualquer avatar masculino para o meu avatar. Eu queria uma pessoa que entendesse o que significava ser Goreano... e todos os seus aspectos. Eu estava para desistir. Mas então conheci Adam.

Adira idealizou. Eu honestamente pensei que nunca acharia um mestre. Eu gastei tempo nos ambientes Goreanos. Um lugar que eu geralmente detesto. Mas não tinha outras opções que me pusessem na coleira à força. Então, ali eu ajoelhei. Eu o vi e, sendo leitora de perfis como sou, eu li o dele. Ele claramente tem um senso de humor. Mas seu perfil dizia que estava dando um tempo de Gor. Então... por que ele estava ali? Sendo a garota ousada que sou, mandei uma mensagem. Começamos a conversar... ele me atraiu para mais perto. Eu fiquei impressionada com o quanto ele sabe e seus pensamentos sobre Gor e sua filosofia. Nossas idéias geralmente casavam. Isso era um ponto a mais. Estávamos ambos para sair, mas ao invés disso nos juntamos um ao outro. Acho que um convenceu o outro de que havia algo que ainda valesse a pena em Gor. E eis o porquê de eu ajoelhar-me a seus pés e servi-lo. Meu mestre é um goreano honrado. Ele tenta educar e explorar. Ele não teme que eu dê minhas opiniões e me encoraja a ter voz própria. Ele ouve quando eu preciso, mesmo que ele possa não querer. Ele é um bom homem para eu ser possuída por ele, muito embora eu me sinta muito exigente com ele. Há pouco mais de 3 meses que ele me deu a coleira e me fez passar por todas as provas e tribulações, e eu sou orgulhosa de ser dele. Espero que ele esteja feliz de ter me achado também. (Nota do Mestre: ele está).
Espero que isto responda as questões sobre mim – não poderia ser mais concisa."

6 de mai. de 2011

por que MASTER?

Vivo e convivo neste meio a mais de 15 anos, desde os velhos tempos do Vahalla da querida BARBARA REINE.
sou do tmpo em que a internet era uma coisa dificil, e era criada a sala de "escravas e submissas" no bate papo de uol.
com o tempo veio o Dommina, o Liben's do meu querido amigo Mister K Rock (saudades daquele cantinho).
e com o tempo vem a sabedoria, claro que eu não seria oq ue sou hoje sem a ajuda de algumas meninas que passaram pela minha vida e trocando conhecimentos comigo.
Então, ao chegar aos 50 anos, decidi que estou pronto para me tornar um Master.

4 de mai. de 2011

O inicio

"uma jornada de mil milhas só começa com o primeiro passo"


Voce pode perguntar:
Por que eu dei o primiero passo para criar e alimentar um blog diariamente falando sobre BDSM e principalmente sobre Gor?
E EU te direi:
- O conhecimento tem que ser reapassado.