28 de jun. de 2011
8 de jun. de 2011
John Norman e seus livros do mundo de Gor
John Normam nasceu John Frederick Lange Junior em Chicago, Illinois em 1931
Hoje, casado, três filhos e lecionando filosofia em uma universidade nos Estados Unidos.
No final dos anos sessenta, usando o pseudônimo, escreveu o primeiro livro da série ambientada no universo GOR, conhecidos também como as crônicas da contra-terra.
No final dos anos sessenta, usando o pseudônimo, escreveu o primeiro livro da série ambientada no universo GOR, conhecidos também como as crônicas da contra-terra.
Os livros são considerados obras de ficção científica, sua narrativa carrega em si uma filosofia que valoriza a natureza e sugere que homens e mulheres possuem diferenças, não apenas biológicas, mas que definem que a liderança é natural ao homem, assim como a submissão é natural da mulher.
A série conta hoje com 29 livros publicados.
· Tarnsman of Gor (1967)
A série conta hoje com 29 livros publicados.
· Tarnsman of Gor (1967)
· Outlaw of Gor (1967)
· Priest-Kings of Gor (1968)
· Nomads of Gor (1969)
· Assassin of Gor (1970)
· Raiders of Gor (1971)
· Captive of Gor (1972)
· Hunters of Gor (1974)
· Marauders of Gor (1975)
· Tribesmen of Gor (1976)
· Slave Girl of Gor (1977)
· Beasts of Gor (1978)
· Explorers of Gor (1979)
· Fighting Slave of Gor (1981)
· Rogue of Gor (1981)
· Guardsman of Gor (1981)
· Savages of Gor (1982)
· Blood Brothers of Gor (1982)
· Kajira of Gor (1983)
· Players of Gor (1984)
· Mercenaries of Gor (1985)
· Dancer of Gor (1986)
· Renegades of Gor (1986)
· Vagabonds of Gor (1987)
· Magicians of Gor (1988)
· Witness of Gor (2001)
· Prize of Gor (2008)
· Kur of Gor (2009)
· Swordsmen of Gor (2010)
Além dessa serie de livros, John Norman também publicou três livros de outra série, chamada "The Telnarian Histories":
· Time Slave (1975) e
· Ghost Dance (1979).
· The Chieftain (1991)
· The Captain (1992)
· The King (1993)
Em 1974 também foi escrito um livro intitulado “Imaginative Sex”, que também é regido pelas regras da dominação masculina e submissão feminina, porém não se trata de uma obra de ficção.
John Norman adquiriu fama, e pela sua escolha temática foi bastante criticado.
Fazendo uma análise da qualidade literária e filosófica dos livros de John Norman, diria que a filosofia supera em muito a literatura.
O que apaixona e também tem muita aprovação (existem grupos Goreanos espalhados pelo mundo todo) são as idéias por trás dos 29 livros.
O Texto acima foi escrito pela tavi e esta no http://gorbrasil.com.br/john-norman
19 de mai. de 2011
Eis que surge a kajira Adira ...
Adira é uma mulher adorável que vive na região do fuso-horário central, então nem sempre nossos horários combinam. Ela é a primeira garota da minha pequena seqüência de duas e ela abrigou minha outra garota, Kira, sob suas asas para ensiná-la não somente sobre Gor, mas muito do que significa ser uma submissa. Sua paciência e compreensão são imensas e verdadeiramente necessárias, às vezes. E muito bem vindas. Então, eis aqui a história de Adira.
"Meu Mestre pediu-me para escrever sobre por que eu escolhi ser uma escrava no Gor Second Life e por que eu ajoelhava a seus pés.. Esta é uma questão complicada para mim e uma das quais eu venho pensando muito ultimamente. Esperei até o último minuto para responder. Ele questionou por que eu não tinha ainda a certeza de como responder. Ser uma escrava é uma escolha pessoal. Desde minhas memórias mais remotas, eu tinha fantasias sexuais que envolviam meu ser numa posição submissa; tendo de me submeter à vontade de outrem. Eu explorei muito este aspecto tanto na vida real quanto online. Agora, minha forma primária de expressar minhas tendências submissas é no Second Life. Às vezes eu tenho a oportunidade de fazer na vida real e aproveito muito essas ocasiões, mas no Second Life é muito mais fácil para mim e há uma gratificação imediata. Assim que faço o login, eu sei o meu lugar. Minha identificação mostra isso. Minha coleira mostra isso. Minha roupa mostra o corpo do meu avatar. É óbvio para qualquer um que vê que ela é uma escrava. Isso não se consegue tão facilmente na vida real. Existem muitos fatores envolvidos na vida real que não estão envolvidos no Second Life. Eu posso fazer coisas no Second Life que eu nunca faria em na vida real que nunca faria por uma série de razões. O Second Life me permite ir além do que eu iria na vida real. Isso é um grande atrativo para mim. Mas o que eu quero especificamente, e porque eu escolhi ser uma escrava no Second Life é porque preenche algo em mim. Ao mesmo tempo em que eu não concordo com todos os princípios do Gor, eu concordo com a maioria deles. Eu acredito em Honra. Eu acredito em Lealdade.. Eu acredito que as pessoas deveriam viver por um código de ética. Essas coisas eu consigo no Gor Second Life. Claramente existem pessoas que não compreendem. Por isso eu demorei tanto tempo para achar um Dono que eu quisesse que me possuísse. Eu não queria qualquer avatar masculino para o meu avatar. Eu queria uma pessoa que entendesse o que significava ser Goreano... e todos os seus aspectos. Eu estava para desistir. Mas então conheci Adam.
Adira idealizou. Eu honestamente pensei que nunca acharia um mestre. Eu gastei tempo nos ambientes Goreanos. Um lugar que eu geralmente detesto. Mas não tinha outras opções que me pusessem na coleira à força. Então, ali eu ajoelhei. Eu o vi e, sendo leitora de perfis como sou, eu li o dele. Ele claramente tem um senso de humor. Mas seu perfil dizia que estava dando um tempo de Gor. Então... por que ele estava ali? Sendo a garota ousada que sou, mandei uma mensagem. Começamos a conversar... ele me atraiu para mais perto. Eu fiquei impressionada com o quanto ele sabe e seus pensamentos sobre Gor e sua filosofia. Nossas idéias geralmente casavam. Isso era um ponto a mais. Estávamos ambos para sair, mas ao invés disso nos juntamos um ao outro. Acho que um convenceu o outro de que havia algo que ainda valesse a pena em Gor. E eis o porquê de eu ajoelhar-me a seus pés e servi-lo. Meu mestre é um goreano honrado. Ele tenta educar e explorar. Ele não teme que eu dê minhas opiniões e me encoraja a ter voz própria. Ele ouve quando eu preciso, mesmo que ele possa não querer. Ele é um bom homem para eu ser possuída por ele, muito embora eu me sinta muito exigente com ele. Há pouco mais de 3 meses que ele me deu a coleira e me fez passar por todas as provas e tribulações, e eu sou orgulhosa de ser dele. Espero que ele esteja feliz de ter me achado também. (Nota do Mestre: ele está).
Adira idealizou. Eu honestamente pensei que nunca acharia um mestre. Eu gastei tempo nos ambientes Goreanos. Um lugar que eu geralmente detesto. Mas não tinha outras opções que me pusessem na coleira à força. Então, ali eu ajoelhei. Eu o vi e, sendo leitora de perfis como sou, eu li o dele. Ele claramente tem um senso de humor. Mas seu perfil dizia que estava dando um tempo de Gor. Então... por que ele estava ali? Sendo a garota ousada que sou, mandei uma mensagem. Começamos a conversar... ele me atraiu para mais perto. Eu fiquei impressionada com o quanto ele sabe e seus pensamentos sobre Gor e sua filosofia. Nossas idéias geralmente casavam. Isso era um ponto a mais. Estávamos ambos para sair, mas ao invés disso nos juntamos um ao outro. Acho que um convenceu o outro de que havia algo que ainda valesse a pena em Gor. E eis o porquê de eu ajoelhar-me a seus pés e servi-lo. Meu mestre é um goreano honrado. Ele tenta educar e explorar. Ele não teme que eu dê minhas opiniões e me encoraja a ter voz própria. Ele ouve quando eu preciso, mesmo que ele possa não querer. Ele é um bom homem para eu ser possuída por ele, muito embora eu me sinta muito exigente com ele. Há pouco mais de 3 meses que ele me deu a coleira e me fez passar por todas as provas e tribulações, e eu sou orgulhosa de ser dele. Espero que ele esteja feliz de ter me achado também. (Nota do Mestre: ele está).
Espero que isto responda as questões sobre mim – não poderia ser mais concisa."
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